***Soneto da morte e vida em cena (Autor: Daniel Scumparim)
Fecham-se as cortinas,
apaga-se a centelha.
Carne jovem que descansa,
foi chama passageira.
Choram os amigos,
chora a família,
lá fora réveillon,
aqui, tempo de vigília.
Três RPGistas dão as mãos,
sobre o ataúde, com honra e devoção,
pranteiam e rezam silentes.
Pensam nos dias futuros,
sem graça, frios e obscuros,
Sem o André irreverente.
***
Adeus meu amigo. Te vejo depois.

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